"O universo não foi feito à medida do ser humano, mas tampouco lhe é adverso: é-lhe indiferente." (Carl Sagan)

sábado, 3 de setembro de 2011

Fuckin' Covers!


Cara! Os leitores da Rolling Stone elegeram os 10 piores covers da história!

1.
Miley Cyrus, “Smells Like Teen Spirit” (Nirvana)
2.
Limp Bizkit, “Behind Blue Eyes” (The Who)
3. Madonna, “
American Pie” (Don McLean)
4. Sheryl Crow, “Sweet Child O’ Mine” (Guns N Roses)
5. Britney Spears, “I Can’t Get No (Satisfaction)” (The Rolling Stones)
6. Alien Ant Farm, “Smooth Criminal” (Michael Jackson)
7.
Britney Spears, “I Love Rock & Roll” (The Arrows/Joan Jett & The Blackhearts)
8.
Avril Lavigne, “Imagine” (John Lennon)
9.
Jessica Simpson, “These Boots Are Made For Walkin’” (Nancy Sinatra)
10. William
Shatner, “Lucy In The Sky With Diamonds” (The Beatles)

Caramba, minha filha que me perdoe mas a
Miley ficar em primeiro nem me surpreende!
Limp Bizkit, Madonna e a Sheryl...sinceramente, não imagino o que se passou pelas vossas cabeças ao tentarem regravar tais clássicos...
Alien Ant Farm? Who the fuck is it?? Apesar de não ter nada contra a versão dos caras!
No caso de "I
love rock n'roll" e "These boots are made for walkin'"... velhas conhecidas da minha banda de classic rock...well...Jessica Simpson não era uma atriz???....e....Britney Spears não era uma menininha do Disney Channel?????.....
Agora,
Avril Lavigne regravando Imagine??? Provavelmente ela deve ser a fã number one do Lennon, tem toda a discografia do cara em LP, etc, etc....ah não era por isso?????....uééé.... Melhor surpresa da list.....o Capitão James Tiberius Kirk na injusta décima posição regravando LSD dos Beatles!!!! S*#*#*#* on you, my dad says, Bill Shatner...!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pesos e Medidas...



Pelas ações se revela o caráter do homem...

Caráter: ca.rá.ter - sm (gr kharaktér) 1 Feitio moral. 2 Índole. 3 Honradez: Homem de caráter.

"Bom falador, mau caráter." (Blaise Pascal)

Mau caratismo:
"Existem pessoas que procuram apenas e tão somente atormentar as pessoas que estão a sua volta. Estas pessoas praticam atos de injúria, procuram difamar e até mesmo caluniar aqueles que consideram seus desafetos. Mas, quando percebem que suas ações não estão alcançando o objetivo pretendido, e que aqueles que estão ao seu redor estão percebendo o seu desequilíbrio, os agressores querem assumir o papel de vítima para tentar conseguir atenção. Mas a verdade se sobrepõe a qualquer discurso e ninguém acredita naqueles que se figem de bonzinhos, mas que no dia-a-dia agem com mau caratismo. Afinal, não se pode enganar a todos todos os dias. Um dia a máscara cai e as pessoas percebem que a ovelha era na verdade o lobo, que queria prejudicar todos a sua volta"...

(Rosa, Paulo Tadeu Rodrigues http://recantodasletras.uol.com.br)

Acho que isto ilustra bem a questão...como diria Robert Fripp:

"Eyes wide open, eyes wide open all the time
I've got my eyes wide open, eyes wide open all the time
Because you never know what you might see"...

Mas quando me deparo com este tipo de parasita social, prefiro Dirty Harry:

"Go ahead, make my day"...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Donzela(s) de Ferro...


E então eu ligo a TV e vejo no Jornal da Globo os flashes dos shows no Rock in Rio na noite mais Heavy Metal de todas (e eu nem sabia o que significava essa palavra que nunca tinha ouvido antes).

O ano era 1985 e eu já era rockeiro fã de Queen desde 1981 quando o show de São Paulo transmitido na TV Bandeirantes me deixou bobo. Teve também o Kiss em 1983, ainda de maquiagem especialmente pro show brasileiro, que engrossou o sangue rockeiro nas veias.

Mas aquilo que eu estava vendo na TV naquela noite de janeiro e mal podia acreditar era diferente. Aquilo vinha de encontro com toda a minha fúria adolescente misturada com a paixão pela ficção, lendas, mitologia, história antiga, guitarras fritando, tatuagens, cabelos compridos, e ele...aquele monstro morto-vivo imortal insandecido...Eddie!

Sim, era o Iron Maiden em sua maior turnê de todos os tempos, a World Slavery Tour, e o recém lançado LP Powerslave (1984)! O melhor, o mais marcante, o divisor de águas da minha vida de rock!

Ali eu me tornei o mais ardoroso Maidenmaníaco! No dia seguinte adquiri o meu Powerslave nas lojas Hermes Macedo e em dois dias cantava todas as letras decor! Sim, meus amigos, usar calças de lycra com tênis Le Coq e meião por fora da calça passou a fazer algum sentido! Haah!

Em seguida vieram o ao vivo da mesma turnê, o Live After Death (1985) e, numa paulada só, os quatro anteriores, Iron Maiden (1980), Killers (1981), The Number of the Beast (1982) e Piece of Mind (1983).

Mais tarde, o Somewhere in Time (1986), 7th Son of a 7th Son (1988), No Prayer for the Dying (1990), todos na primeira semana de lançamento no Brasil. E pra fechar a era, o Fear of the Dark (1992).

Em 1993 vivenciei a experiência única e inesquecível de presenciar a despedida de Bruce Dickinson na turnê do Fear of the Dark no Parque Antártica em SP, debaixo de muito frio e garoa...perfeito! Chorei sim, como não?!!

É claro que eu amo King Crimson incondicionalmente e gosto de inúmras outras coisas, mas...Iron Maiden escuto hoje com o mesmo frescor de 1985 e é por esta razão, entre outras, que hoje, com muito pesar, quase de luto, lamento profundamente minha ausência no show de Curitiba e tento me consolar em meio a lágrimas enquanto escrevo estas linhas na certeza de que alguém está lá me representando. Alguém de quem ao lado estou presente espiritualmente, ao menos neste show. Alguém que me faz ser um tremendo sortudo hoje e que para mim é imensamente maior e mais importante que a donzela de ferro...

Anyway, up the irons...Amém.